quinta-feira, 6 de julho de 2017

O mal dos hospitais



Wazuup! Está começando mais uma postagem super normal deste maravilhoso blog escrito por uma blogueira super focada em seus afazeres...ah não, espera...

Ai meu Santo Padeirinho! Saiu vídeo novo do Felipe Neto...minha nossa, do Wuant também! O crush postou foto nova no insta e...benza Deus...quer dizer...

Sobre o que estávamos falando mesmo?



Agora sim, vamos começar essa bagaça! Eu sou Choi Dabin, vocês estão no Amendorama e eu só queria deixar claro que se você fala "LARGATO" em vez de "LAGARTO"...MANO!!!

Corta aqui o dedinho da amizade! Belém-belém! Acabou o amor! 



Hospital. Um ambiente tão aconchegante, silencioso e agradável. Principalmente os da rede pública do Brasil...Só que não, né minha gente?! Esses dias quase tive minha vida interrompida graças a uma dor insana na região abdominal, fazendo com que meu corpo entrasse em um colapso febril não me permitindo ingerir nenhum tipo de alimento e...

Traduzindo essa dramaticidade toda: Eu comi alguma coisa que me fez mal.


Meus pais, obviamente me levaram para o corredor da morte...digo, o hospital e eu particularmente apertei o botão do f**da-se porque afinal, eu já tenho 16 anos então não dá mais para ter medo de tomar injeção.

Mentira, eu ainda me cago toda vez que a enfermeira faz questão de colocar a agulha na seringa lenta e tranquilamente, bem na minha frente, com aquela linda cara de paisagem que só ela tem.


Mas acho que todo mundo já ouvir falar naquela coisa: O melhor do Brasil é o brasileiro. Até no hospital isso não seria diferente. Sempre tem aquele jeitinho de colocar sua ficha de atendimento primeiro que a das outras pessoas que já estavam ali há mais de três horas só para passar primeiro, o atendimento é feito por ordem de chegada mas quando chega sua vez de entrar na sala do médico, sempre encosta uma pessoa que já foi medicada e tem que retornar com o doutor, então ela passa na sua frente e você fica com aquela cara de nada por ali. 

Eu já fui atendida tanto por plano de saúde, quanto pelo sistema público (como agora) e posso dizer que o atendimento e a organização dos dois pode diferir muito, mas uma coisa que nunca vai mudar é aquele som de fundo de várias crianças gritando na sala de medicação. Aquilo atinge a sua alma de uma forma que, olha! Elas gritam, choram, esperneiam tão alto que eu não consigo discernir se elas estão sendo tratadas ou torturadas.


Eu não era diferente disso, não mesmo! Desde pequena a minha segunda casa sempre foi o hospital, vocês não estão entendendo. Antes mesmo de entrar no carro para ir ao médico eu já estava me debatendo no colo da minha mãe. Acho que ela ficava em dúvida se ia ao médico mesmo ou a um exorcista.

Dessa última vez que eu compareci a um centro de tortura...ops, um hospital! Que coisa!

Enfim, dessa última vez eu ainda encontrei duas figuras muito do tipo fucking anormais, porque enquanto eu estava lá quase morrendo de dor, prestes a colocar minhas entranhas para fora e suando como uma cabra velha...(cabras suam?), tinha uma mulher muito sem noção da vida que desconhecia a existência de fones de ouvido, assistindo um vídeo de um casal muito feio se engolindo ao som de Zezé Di Camargo e Luciano no último volume. E eu estava lá tipo:


E ainda demorou uma eternidade para que eu fosse medicada, as pessoas estavam ficando impacientes e ainda brotou uma mulher muito doida dizendo que ia embora, que Jesus nos amava e ela também e que iria no posto pegar um xarope. Mano, naquela hora eu tive que rir porque lembrei da Rochelle de Todo Mundo Odeia o Chris.

Acabou que talvez realmente um xarope fosse mais eficiente porque mesmo depois de ter tomado uma injeção no traseiro que nem doeu -o que eu achei estranhou porque elas sempre doem, quase pedi para enfermeira aplicar de novo, vai que...sei lá- eu ainda fiquei do mesmo jeito por mais dois ou três dias e eu fiquei pensando, sei lá, vai que um dia, num futuro próximo, um xarope ainda cure o câncer?!

 

Agora, deixando de lado as piadas, nós devemos um enorme respeito a todos aqueles que exercem alguma função na medicina. Eu acho que a maioria das pessoas um dia já sonhou em ser médico assim como eu. Se eu fosse escolher, eu entraria na área de neurologia porque gosto de tudo relacionado à cabeça, mas eu não optei por isso porque, primeiramente eu vivo mudando de ideia e segundamente eu não tenho metade da força que esses profissionais têm.

Eu não conseguiria lidar com tamanha responsabilidade de ter uma vida nas minhas mãos e mesmo que fizesse o máximo de mim não conseguisse ajudar as pessoas e as perdesse. Por isso, vocês médicos, enfermeiros e todos que mantém os hospitais funcionando merecem todo amor e reconhecimento do mundo! Parabéns pelo lindo trabalho que vocês fazem! E os médicos dos animaiszinhos também contam muito! <3

Mas voltando às piadas, se vocês pensam que não acontecem coisas inusitadas nos hospitais, aqui vão algumas fuckings cenas engraçadas que aconteceram por aí: 




Eu estou rindo até agora com esse último! Imagina a mãe contando isso ao médico kkkk.

Então é isso pessoal, se você gostou deixa seu +1 aqui em baixo, compartilha com seus amigos e comentem também. Mesmo se não gostaram, me digam como posso melhorar. Não tive o intuito de ofender ninguém e eu volto logo para falar com vocês de novo, beleza?

Eu sou Choi Dabin, vocês estiveram no Amendorama e eu gostaria de dizer...TCHAU!
Resultado de imagem para gifs de tchau









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